Orgão da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa




AGENDA


11 Fevereiro 2010 18:00
Lançamento do livro
"A TEORIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA"
de J. Valadares e M. Moreira
seguido de jantar


28 Março 2010
FESTA DO FOLAR E DO AZEITE


10 Abril 2010 13:00
Almoço dos naturais e amigos de Chaves


11 Abril 2010 13:00
Almoço dos naturais e amigos de Vila Marim (Vila Real)

Compareça ! Participe !




Se ainda não é sócio
da nossa Casa

junte-se a nós!

Pela nossa região,
pela sua terra !


quota anual:
apenas 25 €






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do Centenário


A história da nossa Casa,
pelo Dr. Armando Jorge.
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preço:10 €



Entrevista do Dr. Nuno Aires
ao Portugal no Coração



A Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e' a associação regionalista mais antiga de Lisboa. Foi fundada por alvara' régio de 1905.09.23. E' uma Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, sem fins lucrativos.
E' Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.

Sede:
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq., 1000-081 Lisboa.
Tel. 217939311 Fax 217939198
e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com
NPC 500788863
NIB 003500010001305153056

Seja sócio da CTMAD fazendo o download da ficha:
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O associativismo regionalista transmontano
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Gado Asinino
Viagem pelo Rio Sabor (I) - À procura da nascente
Viagem pelo Rio Sabor II - Da nascente à foz
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Mirandés Net
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Al ciêntificu eilustradu
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Portuguese Genealogy (Holmes)
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Arquivo Distrital de Bragança"
Arquivo Distrital de Vila Real
Arquivo Distrital da Guarda"
Arquivo Distrital de Viseu"
Catálogo geral de livros (UTAD)
Projecto Gutenberg
Domínio Público Brasileiro


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Vila Real TV
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A Voz do Nordeste
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Notícias de Chaves
Noticias do Douro
Noticias do Nordeste
Noticias de Vila Real
O Cardo
Ribeira de Pena online
Semanário Transmontano
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Trás-os-Montes
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Distrito de Bragança
Distrito de Vila Real
Distrito da Guarda
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Alto Tâmega e Barroso
Douro Sul
Nordeste Transmontano
Serra do Marão


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ROTEIROS TURÍSTCOS

Rota da Castanha
Rota da Terra Fria
À Procura do Nordeste Transmontano
À Descoberta
Ansiães Aventura
Rio Tua
Ares da Minha Terra
Distrito de Bragança
Parque do Douro Internacional
Distrito de Vila Real
Boticas
Roteiros do Douro
Margem Esquerda do Douro
Margem Direita do Douro
Vista para o Douro
Douro Sul
Aldeias Vinhateiras (Douro)
As terras do Távora
Aldeias de Riba Côa
Gravuras de Foz Côa
Roteiro Vale do Côa e Além-Douro
Quinta da Erva Moira
Sabor a Douro
Rota dos Túneis
O Douro...nos caminhos da literatura
A boa vida de Marialva



REINO MARAVILHOSO (II Parte)




PAISAGEM E PATRIMÓNIO

Alto Douro Vinhateiro Património Mundial
Alto Douro Vinhateiro (fotos)
Arte Sacra na Diocese de Bragança
Barroso
Cerâmica Artesanal no distrito de Bragança
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Linha do Corgo
Linha do Douro
Linha do Sabor
Linha do Tua
Linha é Tua
Museu do Ferro
Património Arquitectónico Distrito de Bragança
Fotos do distrito de Bragança
Fotos do distrito de Vila Real
Fotos do distrito de Vila Real II
Fotos de Lamego
Fotos de S. João da Pesqueira


GRAVURAS DE FOZ CÔA




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Salzedas
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Santa Valha
Santalha
Santo Aleixo de Além-Tâmega
Santulhão
S. Joanico
S. João da Pesqueira
S. Mamede de Ribatua
S. Martinho de Angueira
S. Pedro dos Serracenos
S. Vicente da Raia
Segirei
Sendim
Serapicos (Vimioso)
Sernancelhe
Tabuaço
Tabuadelo
Tarouca
Torgueda
Torre de D. Chama
Tourencinho
Travancas
Trevões
Tua
Ucanha
Urrós (Mogadouro)
Uva
Valdigem
Vale de Anta
Vale de Figueira
Vale de Frades
Vale da Porca
Valença do Douro
Valpaços
Valpaços (Notícias)
Vidago
Vieiro
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Vila Real
Vila Verde da Raia
Vilar de Izeu
Vilar de Perdizes
Vilarinho de Agrochão
Vimioso
Vinhais
Vinhós
Zêdes
Zenízio


NORDESTE TRANSMONTANO



ARTE TRASMONTANA

Associação Amigos das Artes de TMAD
Antonio Afonso (Toninho)
Carlos Botelho
Balbina Mendes
António Pizarro
Eurico Borges
Graça Morais
José Augusto
Nadir Afonso
Rui Rodrigues
Peripécia Teatro
TEB
Teatro de Vila Real
Urze Teatro


MÚSICA TRASMONTANA

Banda de Música de Mogadouro
Banda de Música de Sanguinhedo
Banda de Música de Vilarandelo
Caramonico
Caretos de Podence
Caretos de Salsas
Concertinas de Lamego
Federação Transmontano Duriense de Bandas Filarmónicas
Galandum Galundaina
Guitarras de Portugal
La Çaramontaina
Lenga Lenga
Mar de Pedra
Pica Tumilho
Grupos de Pauliteiros de Miranda
Pauliteiras de Valcerto
Pauliteiros de Miranda do Douro
Pauliteiros de Miranda (Lisboa)
Rancho Folclórico Flor d!Aurora
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Godim
Rancho Folclórico de Guiães
Rancho Folclórico de S. Tiago (Mirandela)
Rancho Folclórico de Vila Real
Rancho Folclórico de Vimioso
Zés Pereiras de Castedo do Douro


CANTORES TRASMONTANOS

Adelia
Emanuel
Roberto Leal

referências

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2010.02.03
Educação e Desenvolvimento em Trás-os-Montes e Alto Douro

 

Caro (a) Associado (a)

Vamos iniciar no dia 11 de Fevereiro, quinta-feira, pelas 18 horas, um ciclo de palestras/debates, subordinadas ao tema

Educação e Desenvolvimento em Trás-os-Montes e Alto Douro
 

Pretendemos com estas acções cumprir um dos grandes objectivos da CTMAD que é ajudar a valorizar a nossa região. Serão discutidos ao longo destas acções os vários «lugares comuns» da educação e a sua relação com o sucesso educativo e o desenvolvimento da nossa região natural.

Esta pimeira sessão contará com a presença do Prof. Dr. Hermano Carmo, Catedrático da Universidade Aberta e iniciar-se-á com o lançamento de um livro* cujo frontespício se mostra ao lado. Este servirá de base a uma discussão em torno da aprendizagem que se pretende intelectualmente enriquecedora para os alunos da nossa região.

Contamos com a sua presença. Dê o seu contibuto para esta causa.

_______________________________________________________
* "A Teoria da Aprendizagem Significativa - Sua Fundamentação e Implementação" de Jorge Valadares e Marco António Moreira, Editora Almedina.

Posted at 07:21 by ntmad
Comment (1)  

2010.02.02
No próximo dia 4 Fevereiro, lançamento do livro "Correspondência 1873/1908 " de Trindade Coelho

Tal como foi anunciado no nosso jornal, vai ter lugar no dia 4 de Fevº (quinta-feira) pelas 18:00 horas, na sede da CTMAD, o lançamento do livro "CORRESPONDÊNCIA 1873/1908" de Trindade Coelho apresentado pelo transmontano natural de Vale de Gouvinhas, Mirandela, Prof. Dr. Telmo Verdelho, que é actualmente professor catedrático aposentado da Universidade de Aveiro.
No ano de 2009, centenário da morte dessa grande figura da literatura que foi o escritor mogadourense Trindade Coelho, a nossa Casa colaborou em diversas homenagens, fechando-se agora este ciclo com chave de ouro com a apresentação do referido livro. Trata-se uma jornada de alto nível cultural quer pela obra, da autoria do Dr. Hirondino Fernandes, quer pelo perfil académico do apresentador que, entre outras actividades, foi professor convidado na Universidade de Paris IV (Sorbonne).
Assim, vimos convidá-lo a assistir a esta apresentação que muito dignifica a Casa de Trás-os-Montes, sendo que a sua presença muito contribuirá para o dinamismo que se pretende ver na nossa Casa.
Após a apresentação, seguir-se-á um jantar convívio devendo, caso nos dê o prazer da sua participação, fazer a sua pré inscrição, por e-mail ou  pelo telefone 21 793 93 11 até ao dia 2.

As datas importantes são pois:

Apresentação do livro: dia 4 de Fevº  pelas 18:00 h.
Inscrição  para o jantar : até às 19 h do dia 2 de Fevº

Posted at 06:40 by ntmad
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SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO “CORRESPONDÊNCIA – 1873/1908"

Organização, leitura e notas Hirondino Fernandes,

Bragança, Brigantia, 2008-2009.

 

A publicação da Correspondência de Trindade Coelho, publicada no final de 2009, é um dos mais interessantes acontecimentos literários dos últimos tempos. Oferece um texto fascinante pela beleza da escrita e pela sua riqueza documental.

Hirondino da Paixão Fernandes (o mais erudito de todos os transmontanos) coligiu, leu e anotou, num opulento volume, 511 missivas escritas por Trindade Coelho, entre 1873 e 1908. Estas cartas preenchem quase todo o percurso existencial do autor (desde os 12 anos até ao fim da vida) e dão testemunho do seu relacionamento com cerca de uma centena de destinatários, entre os quais se encontra um amplo leque dos mais ilustres vultos do horizonte literário e cultural português daquele tempo.

A correspondência está organizada e distribuída por ordem cronológica e vem acrescentada com índices exaustivos de lugares, pessoas e assuntos, que facilitam a procura dos aspectos que mais podem interessar a cada leitor.

Percorrendo toda a obra são muitos e bons os motivos que tornam particularmente gratificante a sua leitura.

Salientam-se, pela sua extensão e importância, as 67 cartas de intenso dramatismo emocional dirigidas à lusitanista alemã Luísa EY (um romance-verdade mais bem escrito do que muitos romances epistolares);

A reflexão apaixonada sobre a educação e a política educativa, a discussão crítica e teorética sobre a escrita e a literatura são aspectos que documentam, com grande autenticidade, a conjuntura histórica da época, e que manifestam um raro sentido crítico, uma dimensão cívica, e um vigor intelectual admiráveis. Trindade Coelho foi um grande escritor e um homem sério que cultivou a liberdade e que praticou e defendeu a justiça.

Finalmente, a correspondência revela um transmontano amante da sua terra e da sua gente, generoso para com os seus conterrâneos, e com uma fervorosa vinculação do escritor e da sua criatividade literária às raízes do saudoso pátrio lar.

#Telmo Verdelho

***********

CURRICULUM VITAE

Telmo Verdelho (1943/11/1).

1.1. Licenciatura em Filologia Românica; doutoramento em Linguística Portuguesa, agregação em História da Língua.

1.3. Professor Catedrático (Universidade de Aveiro) aposentado.

1.4. Actividade docente

— Universidade de Aveiro (1977 — 2007)

— Bolseiro do Governo Francês (1980-84) na Universidade de Paris IV (Sorbonne).

— "Chargé de conférences", na Ecole Pratique des Hautes Etudes, em Paris, (1984).

— Professor Convidado, na Universidade de Paris IV (Sorbonne) (1991/92).

— Professor Visitante na Universidade de Santiago de Compostela em 2000/2001

— Professor Convidado na Universidade da Corunha (2004/2005).

1.5. Participou em várias dezenas de encontros científicos com apresentação de comunicações; integrou muitos júris de concursos e de provas académicas, e orientou e continua a orientar teses de doutoramento e de mestrado nas áreas da linguística, da filologia e da história da cultura.

1.6. Coordenou vários projectos de investigação, o último dos quais, financiado pela FCT, sob a referência de “Corpus” Lexicográfico do Português", mantém na Internet um portal com a abundante informação sobre os dicionários e a lexicografia portuguesa.

1.7. Foi distinguido com o primeiro prémio da Sociedade de Língua Portuguesa e Instituto do Livro (1981)

 

 Principais publicações:

 

Além de inúmeros artigos versando temas da sua especialidade, publicou os seguintes livros:

As Palavras e as Ideias na Revolução Liberal de 1820. Coimbra, INIC, 1981.

Índice reverso de "Os Lusíadas". Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, 1981.

As origens da gramaticografia e da lexicografia latino-portuguesas. Aveiro, INIC, 1995.

Dicionarística portuguesa: inventariação e estudo do patrimómio lexicográfico. (em colaboração com João Paulo Silvestre, Aveiro: Universidade de Aveiro, 2007.

O encontro do português com as línguas não europeias, exposição de textos interlinguísticos. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 2008.

 

Posted at 06:36 by ntmad
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2010.01.25
Convocada Assembleia Geral para 28 de Janeiro

O Presidente da Assembleia Geral convocou todos os sócios da Casa para a habitual Assembleia Geral, na sede em Lisboa, que visa aprovar o Relatório e Contas de 2009.

AG 2010,convocatoria

Posted at 07:50 by ntmad
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2010.01.24
EDITORIAL - O ano 2009 chegou ao fim. Segue-se o 2010 na seta do tempo

Não posso deixar de começar este editorial por desejar a todos os nossos leitores e seus familiares um Bom Ano, com saúde e muitas alegrias. É altura de prestar contas aos associados do trabalho desenvolvido ao longo do ano que findou, na senda dos grandes objectivos para que nos propusemos caminhar. Assumindo com humildade que um ou outro propósito esteve longe de ser alcançado, por exemplo a regularidade que tanto desejávamos da publicação deste jornal, estamos de consciência tranquila pelo esforço desenvolvido ao longo do ano que findou e orgulhosos por muito do que conseguimos fazer. Durante o ano passado realizámos um total de 38 reuniões contra as 20 estatutariamente previstas, Isto traduziu-se numa variedade de eventos, dois dos quais deram enorme visibilidade à nossa Instituição e contribuíram de modo decisivo para um fluxo crescente no número de associados que passaram a pagar as suas quotas atempadamente. Referimo-nos, concretamente, às duas grandes Festas que decorreram na Praça da Figueira. Uma delas foi a Festa do Folar e do Azeite, que associou à sua tradicional finalidade internalista uma outra que teve a ver com a homenagem a uma grande figura da literatura e da política nacional que foi o escritor mogadourense Trindade Coelho. Decorreu no dia 5 de Abril e contámos com a colaboração das Câmaras Municipais de Lisboa e de Mogadouro e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, mas em que o maior peso logístico da sua organização recaiu sobre nós. Também este evento proporcionou à nossa Casa uma projecção enorme, pois visitaram o espaço da CTMAD na Praça da Figueira milhares de pessoas, incluindo estrangeiros de diversas nacionalidades.

O outro evento importante que decorreu na mesma Praça central de Lisboa começou ainda na sexta, dia 29 de Maio e terminou no final do domingo seguinte. Tratou-se de um certame que traduziu o cumprimento de uma tradição, durante largos anos interrompida, de várias Casas Regionais com Sede em Lisboa participarem nas tradicionais Festas desta Cidade dedicadas aos Santos Populares. Foi uma excepcional oportunidade de divulgarmos junto dos lisboetas e dos turistas presentes na capital, as nossas valências culturais, sociais e artísticas. A nossa Instituição foi a que apresentou mais grupos musicais, concretamente quatro, o que envolveu um esforço financeiro de monta para o que é habitual nas nossas Festas.

Um outro aspecto relevante a destacar em 2009 foi a coragem e determinação com que enfrentámos o sério problema que há anos se arrasta e que é o da nova Sede. Com base no velho princípio popular que «vale mais um pássaro na mão do que dois a voar», decidimos, após auscultarmos o parecer prévio de vários associados que viveram de perto esse problema, avançar para uma Assembleia-geral com uma proposta de permuta do direito de superfície de um terreno no qual estamos legalmente impedidos de construir a nova sede, pelo de uma vivenda de dois pisos com logradouro na traseira e que está em fase de devolução à CML, situada no Paço da Rainha, numa zona bem central e acessível (junto à Academia Militar e à Embaixada de Itália). Apraz-nos registar que a proposta foi aprovada por unanimidade pelos muitos associados presentes na Assembleia. Estamos firmemente convictos que com a nossa futura Sede num palacete condigno e com o actual andar onde estamos instalados a ser rentabilizado, a CTMAD ficará numa situação económica muito mais confortável.

Foi também em 2009 que coube à Direcção da CTMAD a responsabilidade de dirigir os destinos do Conselho Nacional das Casas Regionais de Lisboa (CNCRL). Herdando uma organização praticamente moribunda, pois não tomou qualquer iniciativa nos últimos anos, convocámos duas reuniões desse Conselho, em que convidámos dois representantes de cada Casa Regional, solicitámos duas reuniões na Câmara Municipal de Lisboa, uma na EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural tendo em vista a organização de uma grande Festa das Casas Regionais de Lisboa por ocasião das Festas da Cidade de Lisboa e outra com o Vereador da Câmara Dr. Manuel Brito, para lhe comunicar o nosso desejo de contarmos com o apoio do Município. A experiência deste ano de direcção do CNCRL levou-nos a concluir que o poder reivindicativo actual deste organismo junto da CML é praticamente nulo, pois o estado latente em que caiu pouco tempo depois da sua fundação fez com que nem sequer se tivesse legalizado juridicamente. Entretanto foi criada a Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL), essa sim com existência legal e com grande dinamismo.

É nossa opinião que o poder reivindicativo junto da CML passa pela existência de uma única entidade legal que englobe todas as casas que representam regiões maiores ou menores do nosso país e é um facto que neste momento a única entidade legalmente constituída é a ACRL. A existência de uma única entidade representante de todas as regiões do país, regiões naturais, distritais ou concelhias, passará pois, necessariamente, pela negociação com a ACRL. É por este objectivo que iremos lutar dentro da estrutura do CNCR, mesmo depois de passar o testemunho à Casa do Açores numa reunião marcada para o próximo mês.

Muitas outras decisões e actividades exigiram muito esforço directivo. Uma que também merece destaque foi a resolução de um problema que se arrastava e que era o termos pessoas transmontanas competentes no serviço de cozinha e de mesa para os almoços e jantares de convívio. Mas outros foram igualmente importantes, como a já tradicional romagem à nossa região, a Festa de aniversário que incluiu uma homenagem ao pintor Nadir Afonso, o apoio a variadas causas para benefício da nossa região, algumas sessões culturais, etc. Deste intenso trabalho daremos público conhecimento e prestaremos contas num relatório de final de ano a apresentar em próxima Assembleia-geral.

#Jorge Valadares

Posted at 09:49 by ntmad
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A Casa em foco

1. Integrado nas celebrações da Festa dos Reis que a Câmara Municipal do Seixal levou a cabo e a convite do professor José Carita, da Casa do Povo de Corroios, uma representação da nossa Casa, composta pelo presidente Jorge Valadares, pelo tesoureiro Leonardo Antão e pelo autor destas linhas, deslocou-se àquele evento e ao Festival “Vamos Cantar as Janeiras” que dele fazia parte. Expusemos trajes típicos da nossa terra e ainda artesanato e produtos regionais. António Durão, responsável por aquele espaço municipal, disponibilizou-o para outras mostras que a Casa ou seus associados queiram ali levar a cabo.

2. A recém eleita presidente da Câmara de Alfândega da Fé, Drª Berta Nunes acompanhada de uma delegação daquele município, aproveitou uma deslocação à BTL na FIL, para nos dar o prazer de uma visita à nossa Casa e connosco jantar no passado dia 13 de Janeiro. Traçaram-se hipóteses de trabalho conjunto que se revelarão mutuamente vantajosas para ambas as partes.

3. Também o presidente da Turismo do Douro nos quis privilegiar, aceitando fazer-nos uma visita. Contudo, por uma inesperada alteração de agenda, viu-se obrigado a delegar a deslocação no vice-presidente Eng. Rui Fraga. O Dr. António Martinho desde que assumiu as responsabilidades máximas nesta Missão de Desenvolvimento, tem-se manifestado um Amigo da CTMAD ao reconhecer a importância que ela tem na congregação de esforços conducentes ao desenvolvimento da nossa região em geral e do Douro em particular.

4. O Governador Civil de Vila Real, Dr. Alexandre Chaves tem demonstrado também muito apreço pelo trabalho da nossa Casa tendo já, por mais de uma vez, disponibilizado apoio financeiro daquele Órgão, às nossas actividades.

5. A Escola Secundária Miguel Torga, no Monte Abraão, Sintra, conta nos dias 16, 17 e 18 de Janeiro com uma mostra de artigos etnográficos da nossa região. A pedido do seu Conselho Directivo, e sendo quem é o patrono daquele estabelecimento de ensino, não podíamos faltar à chamada e lá está a nossa Casa representada com alguns artigos do seu acervo.

#Manuel Martins

Posted at 09:15 by ntmad
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Mais uma exposição de pintura na sede

José Augusto Coelho, brindou-nos mais uma vez com as suas telas, nas quais e através das quais, ele plasma reminiscências que lhe advêm dum passado espaço-temporal que não renega. Bem pelo contrário, faz gala em trazê-las para o presente, em impô-las ao nosso olhar, em embrenhá-las na nossa sensibilidade.                              

Desde as puídas botas do avô, no quadro “Páginas da Vida” aos verdes e amarelos de vários outros quadros que lhe devem povoar as cearas e as várzeas da saudade, José Augusto Coelho está indelevelmente ligado à terra que o viu nascer e às terras que o formaram. Daí que a sua pintura, muitas vezes onírica, não deixe de ser límpida, bucólica, romântica e terrena, naquilo que estas expressões têm de mais sincero, de mais enraizado, de mais sensível, de mais material.

Utilizando frequentemente técnicas mistas, como o óleo e o acrílico, e também aqui, simbolicamente, o passado e o presente, somos, perante muitos dos seus quadros, levados a concluir que estando perante uma pintura não susceptível de etiquetagem simplista, não conseguimos discernir se estamos perante uma pintura abstractamente concreta, como uma ou outra tela nos querem transmitir ou se ela é concretamente abstracta como outra ou outra além nos querem fazer deduzir.

#José Luís Castor

Posted at 08:40 by ntmad
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2010.01.23
Mensagem do Presidente da Assembleia Geral

Em meu nome pessoal e em nome de cada um dos elementos dos Corpos Sociais da nossa Casa, é-me grato formular os melhores votos de um PRÓSPERO ANO 2010 para todos quantos nos leiam.
 
Pesem embora as sombrias nuvens do desconforto, aliado ao descrédito que teima abater-nos com angústia, saibamos ser dignos dos que nos precederam, resistindo e superando. E seja a força da nossa intrepidez a estrela da nossa esperança para almejarmos uma vida melhor, independentemente dos condicionalismos impostos por quem, sendo fraco, "recorre à força para dominar a nossa razão, pois não tem razão para dominar a nossa força".
 
Com persistência e alegria dêmo-nos as mãos, para, juntos, saltarmos os últimos obstáculos do percurso sinuoso da maratona que tem por meta final a nova SEDE.
 
É no patamar da solidariedade – o novo humanismo para o 3.º milénio - em gestos concretos de ajuda e de presença, que a CTMAD quer contar com todos os Associados, Amigos e Simpatizantes: com os que estão por cá e para lá do Marão... Autarquias, Empresários e Beneméritos, para que o sonho, sem veleidade, se realize em harmonia com utilidade para todos os transmontanos e altodurienses.
 
A. Guilhermino Pires

Posted at 11:18 by ntmad
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Jantar de Reis

Apesar da proximidade temporal, esta já tradicional festa da Casa, o Jantar de Reis, aglutinou na nossa sede, no passado dia 5 do corrente mês, várias dezenas de associados e amigos que já não prescindem desta oportunidade para, por mais uma vez, se juntarem, confraternizarem e comungarem do saudável espírito da fraternidade.

Tal como na Ceia de Natal, as entradas, as conversas, a sopinha, as estórias, as fêveras, as memórias, as sobremesas, as baladas, iam sucedendo-se paulatinamente ao sabor da noite.

No fim do repasto, as cordas das guitarras, tangidas a compasso por Altino Cardoso, por José Augusto Coelho, por Marcolino Pinheiro e por Laertes Cordeiro deram a cara ao cenário que o acordeon de Jorge Gomes ia desenhando no ar enquanto José Serafim dirigia os naipes vocais.

Do salão passou-se para o bar onde continuou a animação com cantares e bailarico.

Quando os mais resistentes abandonaram a Casa, e como agora comummente se diz, o dia 5 já era.

Posted at 10:59 by ntmad
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Ceia de Natal

Mais uma vez, à volta das mesas, em comunhão de sentimentos, de boas vontades e amizade, partilhou-se o presunto, o bacalhau, as hortaliças, as sobremesas, as outras iguarias próprias da quadra e, obviamente, a conversa.

A direcção da Casa houve por bem, equipar o grande salão com outro tipo de mesas. Assim, os tradicionais grupos de 4 ou 5 pessoas, passaram a 10 ou 12, o que, indubitavelmente, trouxe um convívio mais intenso, mais partilhado, mais…natalício.

Mais uma vez se aproveitou o momento para se recuperarem histórias, para se trocarem informações sobre as ementas que conseguem ser tão ricas e tão distintas na nossa região e para se reviver um pouco o nosso longínquo Natal.

Estivera lá o etéreo (ou eterno?) Álvaro de Campos e, provavelmente, repetiria:

“Vem, Noite antiquíssima e idêntica,

Noite Rainha nascida destronada,

Noite igual por dentro ao silêncio. Noite

Com as estrelas lantejoulas rápidas

No teu vestido franjado de Infinito”.

Se essa noite, antiquíssima e idêntica, fosse a noite de Natal, a nossa noite de Natal, a noite do nosso Natal, ela teria obedecido.

E teria vindo.

Com o seu vestido franjado de Infinito.

                                     

No final da Ceia, os Maranus, quais flautistas de Hamelin, hipnotizaram os presentes e arrastaram-nos para a zona do bar onde, de forma inspirada, os mantiveram até ao início do novo dia ao som de modas e toadas compartilhadas.

Pelo meio, teve ainda lugar a arrematação de um cabaz de Natal oferecido pela directora Dr.ª Maria de Lourdes Marques. Na primeira ida à praça, foi arrematado por €40,00 pelo associado Alfredo Leitão Alves, de Ribeira de Pena, que simpaticamente o voltou a oferecer à Casa permitindo assim nova almoeda, para desta vez ser arrematado por €55,00 pela Amiga Emília Vieira que sendo natural de Almeida não deixa, sempre que pode, de participar activamente nas nossas iniciativas.

 

#J.L.Castor

Posted at 09:10 by ntmad
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